Quinta-feira, Abril 30, 2009
Quarta-feira, Abril 29, 2009
ai-meu-deus
Foi assim mesmo - Ai-meu-Deus - que uma amiga me liga hoje cedo ao ler o post ‘Eu já...’.Guri, ta sabendo que estas assinando a tua sentença ao admitir que já traíste, e pior, a um amigo?
Ri muito, essa amiga em questão é a the drama queen real. Então disse a ela.
Beibe, isso foi tão década passada, na época que eu nem raciocinava, só queria contabilizar, não tinha gosto - tinha pressa, então por muito tempo deletei da minha mente até pouco tempo atrás, até acontecer uma situação não digo igual, mas parecida e desde então me coloquei no lugar das peças do jogo e vi o quão imaturo fui.
Mas a sorte é que a espécie evolui, não falo desta história me vangloriando, pelo contrario, tenho até vergonha e ontem depois que postei, pensei: Fiz merda.
Um dia de Cada vez.
Clarice Lispector
Um passo de cada vez, é o que diziam quando criança e queríamos sair correndo atropelando tudo. Caindo varias vezes.
Hoje em dia, onde ninguém tem tempo para mais nada, fica difícil seguir essa regra, se é uma regra. Podemos usar tanto na vida profissional quanto na amorosa.
Um passo de cada vez.
Uma vez já escrevi aqui no blog que o coração é um músculo e na medida que ele vai se apaixonando, mais fortalecido e resistente fica. Isso é fato.
Hoje não encaro um relacionamento como fiz há muito tempo atrás.
Mais resignado, mais maduro, consigo não por os pés pelas mãos. Isso hoje, terça-feira, por que até pouco tempo atrás eu atropelava tudo, já queria viver um grande amor em apenas uma semana. Bem, o final era sempre bem previsível: com a cara quebrada.
E com o tempo, calejado, comecei a achar que todo relacionamento já estava fadado ao fracasso, independente de ambas as partes de conhecerem, apenas pelo simples 'achômetro'. Ridículo isso.
Atualmente estou como um bebe que depois de muito engatinhar, esta dando os primeiros passos, muito timidamente, com aquele medo do tombo.Mesmo com vontade de correr, me seguro respiro fundo e registro tudo, aos poucos e entendendo o que se passa, se é realmente isso que eu quero. Se é correr, com a tendência de um tropeço, ou se quero um longa caminhada, tranqüila.
Terça-feira, Abril 28, 2009
Eu ja...

- transei com namorado de um amigo. ele descobriu. continuou a amizade, terminou o namoro e hoje ele é pastor da igreja universal - ironia?
- Vi Sex and City no horário de expediente e depois voltei como se nada tivesse acontecido;
- deixei um cara de p*u duro no ônibus lotado sem nem olhar na cara dele;
- ja perdi um terço do salario em um bingo numa unica noite e nunca mais voltei;
- ja beijei quem não devia, ja peguei no pau de quem não conhecia e o mundo não se acabou;
- usei todas as drogas possiveis em uma unica noite;
- a unica coisa que ja roubei na vida foi um halls no mercadinho da esquina e morro de medo de acharem que estou roubando algo na americanas;
- enquanto namorava, ficava com um vendedor da PHorum só pra comprar com descontos;
- beijei sete em uma sexta-feira do ocidente, ou seja, não era carnaval, era uma micareta interna;
Ou seja - de bom moço eu tenho só a vontade.
Segunda-feira, Abril 27, 2009
Could montain
E veja que coisa, comigo é diferente, se sinto que o terreno não é firme, não vou a diante, mesmo estando interessado no cara, se não há um interesse visível, simplesmente caio fora, ambiguidade não me seduz. Se começa a embaçar já acho: ‘não foi por que não era pra ser’ ou aquela filosofia de revista feminina ‘se não me quis é por que não me mereceu’. Pois bem, nunca saberei, se sou bundão pra não lutar pelo que quero, imagina questionar e ter que ouvir ainda o motivo do toco. Coisas a serem discutidas em um divã.
E assim passa o tempo, esses últimos relacionamentos - ou tentativas – apenas foram reforçando o escudo protetor a ponto de eu ir a um encontro blindado – um blind date.
Ficava com o pé atrás, não fazia questão que o cara ligasse por que sabia que não ia dar certo, não se envolvia mais por que achava que não valia a pena ou muitas (e a maioria) das vezes, o interesse era só meu.
Em algum texto da Martha Medeiros ela diz que aquele amor, mesmo não retribuído, torna-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida… Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós.
E Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente… E só então a gente poderá amar, de novo.
Então que conheci um cara que há tempos não encontrava. Até rolou interesse só que o senhor tempo foi nos afastando, nunca conseguíamos nos sincronizar, não tinha jeito do tempo livre ser comum. Fato: Mais um para a lista do - Quase.
Pra minha sorte ele não desistiu e perguntou se eu teria paciência.
_ Paciência, meu caro, é virtude que esqueci de abastecer, só que ando tão cansado de sabotagens que prefiro acreditar que sou o único e que ainda resta alguém que me fará mudar de idéia. Não digo que não haverá um momento em que terei vontade de jogar tudo pro alto, desistir, mas farei por mim. Em troca eu te peço paciência, também.
_ Como assim?
_ Que seja paciente com o fato que a minha crença em relacionamentos esteja gasta e que seja paciente com a lentidão que será tirar tijolo por tijolo dessa muralha imaginária que criei em volta.
_ Nunca te pediria paciência se não achasse que valesse a pena, não faria isso comigo nem contigo.
Olhar Francês

Os homens com quem não me casei

Domingo, Abril 26, 2009
Sábado, Abril 25, 2009
Rihanna fazendo pose!
Para Mariana, que quanto ligo, toca vogue ou teria outra musica para representar bem a sensação de andar de conversível por Porto Alegre?
Sexta-feira, Abril 24, 2009
Intimidade

Pré-adolescentes, ainda cheirando a danoninho, beijam três, sete, nove, numa única festa e voltam pra casa tão solitários quanto saíram. Dois estranhos transam depois de uma noitada num bar – não raro no próprio bar – e despende-se mal lembrando o nome um do outro. Quanto mais rápido no ataque, quanto mais vorazes em ocupar mãos, bocas, corpos, menos espaço haverá pra intimidade, que é coisa bem diferente.
O filme Encontros e Desencontros me fez lembrar de uma expressão antiga que a gente usava quando queria dizer que duas pessoas haviam feito sexo: “dormiram juntos”. Era isso que determinava que a relação era íntima. O que o casal havia feito antes de pegar no sono ou acordar não era da nossa conta, ainda que a gente desconfiasse que ninguém havia pregado o olho. Se fulano havia dormido com Sicrana, bom, era sinal de que havia algo entre eles. Hoje a gente diz que o fulano comeu Sicrana e isso não quer dizer absolutamente nada.
Encontros e Desencontros mostra a perplexidade de dois americanos no Japão - e a vivência profunda de sentir-se um estrangeiro, inclusive para si mesmo. Chega a ser previsível que a cena mais caliente do filme não seja a de um beijo e suas derivações, e sim a cena que o casal de protagonistas está deitado na mesma cama, ambos vestidos, falando da vida quando o cansaço e o sono os capturam.
Ninguém apaga a luz, ninguém tira a roupa, ninguém seduz ninguém, eles apenas senten-se à vontade para entrar juntos num estado de inconsciência, que é o momento em que ficamos mais vulneráveis e desprotegidos. Pra não dizer que faltou um toque, Bill Murray pousa a mão no pé de Scarlett Johansson antes de dormir profundamente. Poucas vezes o cinema mostrou uma cena tão íntima.Enquanto isso, casais unen-se e desunen-se numa ansiedade tal que parece que todos vão morrer amanhã. Não há paciência para uma troca de olhares, para a descoberta de afinidades, e muito menos para deixar a confiança ganhar terreno, O que há é pressa. Uma necessidade urgente de quebrar recordes sexuais, de aproveitar a vida através de paixões quase obrigatórias, forjadas, que não são exatamente encontros, mas desencontros brutais.
SEM ASPAS: Texto da Martha Medeiros, mas poderia ter sido escrito por mim, blá blá blá...
um ano...
Não sei por que resolvi procurar um comprovante de pagamento e entre alguns papeis tive uma enorme e grata surpresa: Lourdes Maria completa um ano hoje!
Quinta-feira, Abril 23, 2009
P.r.e.c.i.s.o.
Bjonãomeliga.
meio assim

Ando naquela fase carente, sabe? Carente de dormir junto, acordar ao lado, sentir falta do abraço, voltande do beijo, gana pelo sexo. Carente de um sms sem proposito, uma ligação na madrugada e um suspiro no pé do ouvido.
Quarta-feira, Abril 22, 2009
fa-to
citações
Portraits
Segunda-feira, Abril 20, 2009
A Little Respect
Não é maravilhoso quando você encontra alguem que canta little respect junto, sabe de quem é a música e a importância que fez para a época?
É, é ótimo.
Domingo, Abril 19, 2009
Sexta-feira, Abril 17, 2009
Volta, Thiago!

... e o Mercado Público onde almocei na banca 40.







































