Domingo, Outubro 31, 2010
Sexta-feira, Outubro 29, 2010
de lamber a caixa
Forrest Gump já dizia que “a vida é como uma caixa de chocolates. Você nunca sabe qual sabor vai encontrar”. A imprevisibilidade da vida, é verdade, é difícil de solucionar, mas pelo menos agora alguém inventou um jeito de sabermos logo de cara qual é o sabor do bombom em um caixa sortida.
A Chocolat du Jour lançou a coleção Mosaico, em que a marca desconstrói o bombom tradicional revelando o recheio antes da primeira mordida. Além disso, as delícias nos sabores abricot, amêndoa, uva passa, maçã, cereja e pistache vêm dispostos em uma caixa prateada très chic.
Quer ganhar meu coração para todo o sempre? Então ja sabe.
Quinta-feira, Outubro 28, 2010
INrolado
Semana de final de mês é muito complicado, podendo oscilar para mais ou menos, mas a tendência é sempre piorar.Quando penso em respirar, mais trabalho aparece.
Junte uma gripe, uma dor de garganta.
Junte essa palhaçada que chamam de campanha eleitoral.
É, eu poderia estar matando, poderia estar roubando... mas não. Tô aqui firme e forte.
Seria pelo fato de estar me dividindo entre dois nobres cavalheiros?
Aperte o verde e confirme.
Eric Decker existe...
23 anos, acabou de assinar o contrato por mais quatro anos com o Denver Broncos e esta estampando um editorial GQ Magazine de Novembro. Bonito, bem delícia, modernoso e com um bom futuro garantido.
Ou seja, é o genro que a minha mãe pede todo o domingo na missa.
Quarta-feira, Outubro 27, 2010
Terça-feira, Outubro 26, 2010
If only
Precisava postar isso.
Algumas vezes nos arrependemos por aquilo que não foi dito.
E a conta chega.
E o preço é caro.
Contando calorias
Uma fatia de charlote de morango tem 494 calorias. Ou seja, a partir de agora é melhor evita-la. Mas se você fosse chinês, provavelmente, faria diferente. Em primeiro lugar, acharia bem estranha a sua obsessão com a contagem de calorias. Em segundo, nunca abdicaria de uma charlote de morango!
Resposta oriental para o best-seller "Mulheres francesas não engordam", uma inglesa que morou durante dez anos em Pequim, estuda a culinária local e desvenda: por que os chineses são magros e como eles conseguem tal proeza se comem por dois? "Pare de contar calorias!", essa é a regra básica da alimentação chinesa, isso porque foram eles que inventaram a dieta dos pontos.
Resposta oriental para o best-seller "Mulheres francesas não engordam", uma inglesa que morou durante dez anos em Pequim, estuda a culinária local e desvenda: por que os chineses são magros e como eles conseguem tal proeza se comem por dois? "Pare de contar calorias!", essa é a regra básica da alimentação chinesa, isso porque foram eles que inventaram a dieta dos pontos.Pois os chineses não estão nem aí para isso. Comem, e comem muito. E com prazer. A primeira pista para isso está no modo como eles perguntam se esta tudo bem com você. Eles dizem " Ni chi le ma?", que significa " Ja comeu?" A autora explica: "Essa frase simples, com seu misto de preocupação e interesse, diz tudo. Comer é importante na China, a comida não é motivo de preocupação mas sim fonte de grande prazer. Os chineses se deliciam com todos os aspectos do alimento, desde o planejamento e a expectativa de uma refeição, até a preparação ou escolha de vários pratos ao ato de comê-los e desfrutá-los e de pensar na refeição que se fez"
Capitulo por capítulo, o livro fala sobre costumes e paladares. Sim, os chineses comem muito, mas tudo é servido em pequenas porções. Em uma refeição não ha um único prato principal com, no máximo, uma entrada. São muitas tigelas, cada uma com um novo sabor.
Ou seja, na China, comer é um evento "Três refeições por dia na China significam três refeições, não dois lanches superprocessados com uma folha de alface murcha como guarnição simbólica e um prato de microondas para o jantar" descreve Lorraine, e isso me faz ter um misto de culpa e vergonha quando lembro da pizza delivery de ontem. Ao final da leitura, a decisão de ir à feira, voltar carregado de vegetais e mudar de vida. Afinal ela é uma só para a gente comer mal e ainda ter que abdicar de 494 calorias!
Shayne Ward
Diz que ele canta.
Diz que esta lançando o terceiro álbum.
Eu não digo nada. Só que Tony Duran, o fotografo, tem muita sorte.
Diz que esta lançando o terceiro álbum.
Eu não digo nada. Só que Tony Duran, o fotografo, tem muita sorte.
Segunda-feira, Outubro 25, 2010
Domingo, Outubro 24, 2010
Sexta-feira, Outubro 22, 2010
Em Algum Lugar Dentro de Mim
Eu quero sentir algo que seja real. Em algum lugar dentro de mim
Mas e se eu perder meu rumo? E correr diretamente para você
Lá no fundo nós nunca seremos nada além de solitários. Me diz o que é preciso?
Dj Tiëto pergunta, mas ninguém sabe a resposta. Prefiro então ficar com essa delícia de trilha sonora do finde, e desejando que seja tão mágico quanto.
Aproveite ai, que a minha parte eu faço. Cuide-se.
E o pacote...
ESSE. Alguém se habilita a desembrulhar?
(pode clicar, não morde, nem é explícito. É tenso, muito TENSO)
Com muito - dolce - gusto
O conceito “tenha uma cafeteria dentro de casa” ganha mais uma belezinha arrojada. Se fiquei muuuuito tentado a comprar uma Dolce Gusto normal, agora o bicho pegou. Chegou a cafeteira Nestlé Dolce Gusto Circolo, com design do suíço Pierre Struzka, oferece as tradicionais opções Espresso, Espresso Intenso, Caffè Lungo, Cappuccino, Latte Machiatto e Chococino, além de bebidas frias, como o Nestea Pêssego e o Cappuccino Ice. A cafeteira (disponível nas cores vermelha, cinza metálica e branca) pode ser comprada pelo site www.nescafe-dolcegusto.com.br. Para preparar as bebidinhas, é necessário ter as cápsulas para cada tipo de bebida (o display com 16 tem preço sugerido de 19,90 reais).Já esta na listinha pro papai noel.
Welcome the Candy Shop
Mais uma quinta feira. Mais um jantar com neto do dono. Melhor que ficar em casa e ver a final de algum reality qualquer.
Precisamos passar na minha casa, tudo bem? Tudo bem - respondo.
Abre a porta: Fique a vontade.
Sorrio.
Ele pega um controle remoto: Curte a música.
E some.
A trilha mais original que ja vi. Conheci a loja de doces do neto do dono, e olha, não perde nada pro vendedor.
Jantar? Não, tomamos café hoje cedo.Quinta-feira, Outubro 21, 2010
Se por acaso morrer do coração...
É sinal que amei demais / Mas enquanto estou vivo
Cheio de graça
Talvez ainda faça / Um monte de gente feliz
Ela cantando isso... não tem preço.
Gainsbourg - Vida Heróica
Tenho uma dica ótima para os amantes da moda e do cinema. Na 34ª Mostra de Cinema, em São Paulo, será exibido um filme com ícones que eu adoro. “Gainsbourg Vida Heróica” (2010), do diretor Joann Sfar, conta a vida de Serge Gainsbourg, no filme vivido pelo ator Eric Elmosnino. Isso inclui também ninguém menos que a minha musa maior Jane Birkin, interpretada por Lucy Gordon, e Brigitte Bardot nas mãos da modelo Laetitia Casta. Quem gosta do ar boêmio francês e quer conhecer um pouco mais da vida das musas e do Serge, é uma boa pedida. E claro, não deixem de prestar atenção ao figurino, o estilo de Jane é marcante.
Gainsbourg era um artista multitalentoso, amado por alguns e odiado por outros. Como músico, ”Je T’Aime Moi Non Plus” foi a canção que mais fez sucesso, na gravação feita com a sua esposa na época, Jane Birkin. A primeira versão no entanto, foi gravada com Brigitte Bardot.
Quem ficou super curioso, aqui seguem os horários das sessões e locais onde o filme será exibido:CINE TAM - SALA 4 - 28/10/2010 - 21:00 - Sessão: 676 (Quinta)RESERVA CULTURAL 1 - 01/11/2010 - 18:40 - Sessão: 1086 (Segunda)CINESESC – 04/11/2010 – 13:30 – Sessão: 1362 (Quinta)
Quarta-feira, Outubro 20, 2010
Com sede ao pote e o leite não derramando

Quando acordei o príncipe tinha virado um sapo, literalmente - again, toda a beleza que a bebida tinha lhe dado desapareceu, e óbvio que não tive ânimo pra terminar o serviço, fui pra casa com cara de 'acontece nas melhores famílias', mas por dentro dando graças a Deus.
Mas enfim, o mesmo acontece com essa cena AQUI. Tinha tudo pra ser the best, mas no final, os meios parecem que não justificam.
Já sabe, né, só clica se fores maior de 18... anos.
Pergunta que não tem resposta certa
Pouco antes do meio dia, recebo uma visita, e por que não dizer ilustre. O neto do dono.
Me levar no meu restaurante preferido la na serra fez o bonito ganhar alguns pontos e até esquecer aquele fato chato ocorrido.
Diz que queria fazer uma surpresa, (e fez mesmo) e que não aceitaria um não como resposta pro convite para almoçar.
Me levar no meu restaurante preferido la na serra fez o bonito ganhar alguns pontos e até esquecer aquele fato chato ocorrido.Mas durante todo o almoço, só consegui perceber uma coisa (quer dizer : várias). Entre uma garfada e outra no meu bife à parmegiana, fiz uma comparação entre 'o vendedor' e o 'neto do dono'. Como o quão são parecidos e ao mesmo tempo totalmente diferente. Seria perfeito demais juntar os dois em um só. Pegar a inteligência, o charme e bom o humor do neto do dono com a atitude e sacanagem do vendedor. A atitude e aquela marra de quem sabe o que quer que o vendedor tem, confunde com a indesição do neto do dono.
Quando o neto do dono falou em uma sobremesa especial, jurei que essa teoria cairia por terra, se inspiraria no vendedor, mas não, degustamos um petit gateau.
É, não da pra ter tudo. Enfim, é o que tem pra hoje - diria o Braccini.
Terça-feira, Outubro 19, 2010
Quem avisa amigo é
Venho por meio desta...
Well, manoel, menos, né?
Só pra informar que aquele site adulto onde tem vários filmes educativos (xvideos), sabe? esta temporariamente fora do ar, em breve ele volta a ativa.
E voltamos a programação normal.
10 anos depois...
Quem circulava pelo Iguatemi, a mais ou menos dez anos atrás, inevitavelmente não perdia a oportunidade de babar por um certo vendedor da forum. Mesmo com o Praia de Belas ali na esquina, sempre que podia ia dar um confere nos jeans e tal. Era uma lenda.
Rolava um clima tenso, mas nunca passou disso porém era nítido o desejo.
Rolava um clima tenso, mas nunca passou disso porém era nítido o desejo.
Tal e qual o clip da Madonna Ray of Ligth, o tempo passou e pelas araras da vida, reencontrei o tal vendedor em uma dessas lojas de poucas roupas e muitos dígitos. Puxei assunto, uns recuerdos, alguns amigos em comum. Acabei comprando um agasalho que não estava no meu orçamento.
Eu deveria bater com a cabeça na parede pra aprender a ser menos impulsivo quando me dou conta que o vendedor coloca o número do celular atrás do cartão da loja: Me liga.
Liguei, ele mandou, oras.
Marcou em um pub irlandês, achei original.
Descobri que temos muito mais em comum que imaginava. Não apenas o teor alcoólico aumentou.
_ Vamos sair daqui?
A expectativa não ficou devendo nada, foi um encontro de corpos como a muito tempo não via.
E viveram felizes para sempre...
Porém...
Hellow, é vida real. Óbvio que tinha um porém, senão qual é a graça. Não é? O Vendedor é casado. Oi? É, e vou dizer a mesma coisa que disse pro delícia: Ok, foi ótimo, eu não quero romance, mas ele tem meu telefone, quando quiser... ou quando puder... liga, só não espera mais dez anos.
Nada de jogadores de futebol e nadadores. Boxe é o foco
Por que Boxeadores?
"Pela primeira vez uma equipe esportiva vai levar nosso nome, este é o começo de uma nova aventura para nós, mas também o início de uma nova responsabilidade ", explicou o
designer.
"O boxe é um esporte que exige disciplina, força de vontade e coragem: os valores que firmemente acreditamos."
Dolce & Gabbana arrasando, como sempre.
Segunda-feira, Outubro 18, 2010
Apenas um momento... e tudo pode mudar
Pelos bons momentos vividos, pelas horas que passamos juntos, pelo olho no olho, pelas palavras ainda não ditas, pelos sorrisos e o mais importante, pelo o que ainda viveremos... Eu ainda acredito que posso te fazer o cara mais feliz... Não depende só de mim, depende, quem sabe, de uma ajudinha tua, do teu ‘querer’ isso também.
Um fim-de-semana que retomei o que ficou esquecido em cima da estante, pra dar uma chance, abrir a porta pro inevitável e receber o que eu tenho de melhor pra te dar. Quem sabe se que eu sou o que sempre procurou, quem sabe o tempo só ajudou a aguçar esse desejo, quem sabe foi por não estarmos ainda preparados... quem sabe.
Um fim-de-semana que retomei o que ficou esquecido em cima da estante, pra dar uma chance, abrir a porta pro inevitável e receber o que eu tenho de melhor pra te dar. Quem sabe se que eu sou o que sempre procurou, quem sabe o tempo só ajudou a aguçar esse desejo, quem sabe foi por não estarmos ainda preparados... quem sabe.
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Domingo, Outubro 17, 2010
Eles estão chegando...
Preview do Dieux du Stade Calendar 2011 pelas lentes mágicas do francês François Rousseau.
Vamos apreciar?
Sexta-feira, Outubro 15, 2010
Quinta-feira, Outubro 14, 2010
Não diga meu nome
Já notaram que o mulherio agora quer revanche?
A dor de cotovelo já era: no pop atual, as cantoras que falam de relacionamentos fracassados querem é vingança. Vale até debochar dos atributos sexuais do ex.
Não estou falando só de I Will Survive, cantada por Gloria Gaynor, que falava de uma pessoas abandonada que dava a volta por cima, e que consagrou como um hino de liberação sexual, das mulheres, e principalmente dos gays - e o despeito pelo ex ficou em segundo plano, vide Alejandro da Gaga e outras mais.
A pionera do confronto direto e franco com o ex talvez seja a cantora de blues Bessie Smith (1894 - 1937). Bissesual e chegada a um amor bandido, ela certa vez flagrou outra cantora agarrada a seu marido e não deixou por menos: estapeou a sirigaita e atirou no homem. Em Foolish Man Blues, ela define o carater de um ex amante em termos pitorescos: "sinuoso feito um saca rolhas e perverso feito uma cobra"
Pegue seu ipod e analise com o tio:
Amor cafajeste: AS divas do jazz nos anos 30 e 40 eram meio masoquistas:sabiam que a relação ia acabr mal, mas entravam nela de cabeça. Em Fine and Mellow. Billie Holiday cantava: "Meu homem não me amava/ me trata mal.../ Mas quando ele começa a me amar / E ele é tão bom e doce"
Fossa profunda: A música romântica dos anos 50 e 60 trazia uma visão mais idealizada do amado - e o rompimento era mais exagerado. Julie London chorava rios de lágrimas no sucesso Cry Me a River e Dionne Warwick, em Walk on By dizia ao ex:
"Me deixe sofrer sozinha"
As duas músicas, aliás, foram compostas por homens.
Feminismo Magoado: Do fim dos anos 60 em diante, as cantoras começam a se colocar em pé de igualdade com os homens. Carly Simon ataca a vaidade do ex em You1e' so Vain - mas ainda sofre pacas "Você desistiu das coisas que mais amava, e eu era uma delas"
Rancor roqueiro: Na esteira do grunge, o rock raivoso de Seattle, a canadense Alanis Morissete compôs um marco da quebradeira de pratos em You Ougtha Know, de 1995. "Você pensa em mim quando esta com ela na cama?" pergunta a cantora (e, no original, os termos não são tão elegantes)
Ressentidas mas com graça: A safra mais recente de cantoras, como Lady Gaga e Taylor Swift, faz músicas para constranger os antigos namorados. "Você não é grande / você não esperto / você não é bem dotado, meu caro" debocha Lily Allen em Not big.
Divas, né? fazer o que...
O gato mia
Pelo visto, Baptiste Giabiconi não quer ser apenas o muso do estilista Karl Lagerfeld. O ator e modelo se aventura também pelo mundo da música. Baptiste está lançando um single chamado Showtime, a faixa foi remixada por 50 Cent. E essa não é a primeira vez que Baptiste mostra seu dotes musicais. No final de 2009 ele que cantou na festa que aconteceu após o desfile da Chanel em Xangai.
Confira abaixo um trecho do single do modelo-ator-cantor francês: AQUI!
E ai, vai pro trono ou não vai?
Quarta-feira, Outubro 13, 2010
“Amar exige coragem e hoje somos todos covardes”...

...já dizia Arnaldo Jabor. O amor é egoísta. O ego também. Ambos não querem perder quem amam para um outro alguém. Por amor e por ego. Hoje, necessitamos controlar todas as situações e principalmente, quem amamos. Só que a tal vulnerabilidade não nos permite o controle e assim, temos pânico de nos “perder” no amor se permitirmos o outro adentrar. Não em nosso cotidiano, mas na infinita profundeza de nossas almas. É como um grito silencioso que, eloqüente, teme o fracasso. Muitas vezes antes da tentativa de vencer. Bom mesmo seria se todos nós nos sentíssemos confortáveis sendo vulneráveis a outra pessoa. É por isso que, parafraseando Arnaldo Jabor, “Amar exige coragem e hoje somos todos covardes”. O distorcido receio em perder a própria identidade num relacionamento não revela medo do outro e sim, de nós. Não de quem nos mostramos exteriormente, mas de quem somos em nossa tão sigilosa e supostamente secreta, essência. Tememos soltar nossas amarras interiores. Vestimos armaduras, tão duras, que escondem o que temos de melhor e de mais belo. Nos defendemos de quem não nos ataca. Atacamos, por defesa, quem nos liberta. Ou poderia nos libertar. Vivemos num eterno baile de máscaras, dançando em pistas abarrotadas de fugitivos em busca de efêmeras e fantasiosas amnésias para saciar o nosso vazio existencial. E real.
Ao nos olharmos no espelho, vemos fantasmas. Somos desconhecidos de nós. Atuamos numa incessante peça de teatro, representando personagens difusos nos palcos da vida real. Esquecemos a Arte e nos vendemos ao ínfimo “amor” comercial. Perdemos as lentes de contato que antes nos permitiam, talvez, ver as belezas escondidas nas almas despidas enquanto vestidas. E de montagem em montagem, classificadas de comédias românticas (ou seriam drásticas e medíocres?), permanecemos numa infindável retaguarda, com medo de sentir medo no futuro que depende do agora. Tolo e desnecessário medo que nos assombra com a fictícia “ameaça” da não-representação, ausente de figurinos, cenários e personagens. Tememos contracenar com a realidade do amor espiritual o bastante a ponto de descobrir e nos revelar quem, no fundo, mais tememos conhecer: nós mesmos.
Ao nos olharmos no espelho, vemos fantasmas. Somos desconhecidos de nós. Atuamos numa incessante peça de teatro, representando personagens difusos nos palcos da vida real. Esquecemos a Arte e nos vendemos ao ínfimo “amor” comercial. Perdemos as lentes de contato que antes nos permitiam, talvez, ver as belezas escondidas nas almas despidas enquanto vestidas. E de montagem em montagem, classificadas de comédias românticas (ou seriam drásticas e medíocres?), permanecemos numa infindável retaguarda, com medo de sentir medo no futuro que depende do agora. Tolo e desnecessário medo que nos assombra com a fictícia “ameaça” da não-representação, ausente de figurinos, cenários e personagens. Tememos contracenar com a realidade do amor espiritual o bastante a ponto de descobrir e nos revelar quem, no fundo, mais tememos conhecer: nós mesmos.
Como bem disse Alice Ayres, a personagem - e minha heroína - de Closer, "As vezes amar não basta", e abre precedente pra uma série de conceitos, opiniões e tals.
Esse trecho ai de cima, como não poderia de ser, entra pra categoria do "sem aspas". Cada palavra, cada vírgula, tudo.
O texto na íntegra;AQUI
Segunda-feira, Outubro 11, 2010
ReHab
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